Brian May (Queen)  escrito em quarta 19 novembro 2008 16:10

Blog de crossroads :Bem-vindo! Afinado á altura do seu talento., Brian May (Queen)

Brian May

Sujeito de postura simples, mas por trás dessa figura uma genialidade humana, ídolo mundial ao lado da mega banda britânica, o Queen.

Capaz de criar sons mágicos de sua guitarra, da qual o próprio e o pai fez e a trouxe ao mundo, a Red Special como é chamada. May extrai timbres fantásticos mesclando com uma baita dose de delay (marca do guitarrista) e equipamentos de alto bom gosto, sem falar do uso de uma moeda de 6 pences no lugar da palheta, criando um chorus natural ao tocar as cordas.

O que fez Brian May deixar todo mundo no chinelo, é sua incrível habilidade para sobrepor camadas de guitarras, criando montagens que soam como corais de anjos, conjuntos de cordas ou orquestras, (vide o solo da música "Killer Queen" do álbum Sheer Heart Attack).

Além de genil da guitarra, May recentemente obeteve seu PhD em astrofísica: "O PhD é uma sensação maravilhosa, mais não há nada que se compare a tocar guitarra no palco. Sua mente, corpo e alma estão interligados naquele momento".

Viu?! Palavras do mestre! Brian Harold May.

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Edu Ardanuy lança finalmente seu primeiro disco solo instrumental.  escrito em quinta 13 novembro 2008 03:33

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O Senhor da eletricidade.

Assim foi o nome dado para Eduardo Ardanuy, guitarrista da banda Dr. Sin que agora lança seu aguardado disco solo, pela revista Cover Guitarra. (vide capa)

Biografia

Edu Ardanuy (como é chamado por todos), é considerado um dos melhores guitarristas do país, eleito tanto pelo publico quanto pelas melhores revistas especializadas no assunto.

Atualmente toca na banda "DR. Sin", que formou em 1992 com Andria e Ivan Busic. O músico também é bastante conhecido como professor do instrumento, já que lecciona há mais de 15 anos e vem ministrando workshops desde então. Seu trabalho pode ser ouvido ainda nas bandas "Tork" e "Tritone".

Eletric Nightmare

Primeiro disco solo da carreira de Ardanuy, Eletric Nightmare contem 13 faixas com diversas participações de artistas do meio musical em seu disco de estréia.

Entre eles estão: Felipe Andreoli (Almah, Angra) e os irmãos Busic, Andria e Ivan, que o acompanham em sua banda Dr. Sin.

Confira abaixo o repertório do álbum:

01. Rock Will Never Die
02. Alien Voice
03. Mad Dog
04. Dixie
05. Jully-Boogie
06. Fire In The Sky
07. Body And Soul
08. Electric Nightmare
09. Dirty
10. The Secret
11. Vertigo
12. In The Mood
13. Power Of Music

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Paul Reed Smith - DGT  escrito em terça 11 novembro 2008 16:56

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PRS DGT

O guitarrista David Grissom (John Mellencamp, Joe Ely e Dixie Chicks) e Paul Reed Smith vêm trabalhando juntos há um bom tempo. Grissom adquiriu sua PRS Standard goldtop em 1987 e realizou milhares de shows com ela. Durante anos, ele e Smith conversaram sobre construção de guitarras. Muitas das mudanças discutidas - braço mais gordo, corpo mais grosso, headstock mais esbelto, tarraxas mais compactas - combinaram com o que Smith estava aprendendo com seu mentor e ex-presidente da Gibson, Ted McCarty. Tudo isso foi aplicado no design da PRS McCarty, introduzida em 1994. Desde então, muitas McCarty entraram para a família PRS. A DGT, mesmo não tendo McCarty no nome, foi inspirada na McCarty Trem e incorporou ainda mais melhorias, frutos da obsessão de Grissom e Smith.

Á primiera vista, a DGT resume aqulo que esperamos de uma PRS: é maravilhosa e impécavel. As capas de níquel escovado dos captadores são lindas e as tarraxas de plástico proporcionam um visual retrô. No entanto, você precisa tocar a DGT para perceber a influência de Grissom. O shape do braço, por exemplo, é realmente mais encorpado do que o de outras PRS, proporcionando uma pegada bastante consistente. Isso também contribui para os vigorosos timbres amplificados da DGT.

Os trastes jumbo são perfeitos e um excelente complemento para as cordas .011, aprovadas por Grissom. Todas essas características garatem um resultado sólido e poderoso, sentindo antes mesmo de plugar o instrumento. Ligando a DGT em um Engl Invader e um Marshall JVM, instantaneamente a guitarra produziu sons quentes e articulados - tanto limpos quanto distorcidos - em ambos os captadores. O pickup da ponte tem uma qualidade aberta e ressonante, respondendo de acordo com o local de ataque á corda - brilhante e estalado perto da ponte; um som mais escuro próximo á escala. Toda guitarra faz isso, mas, no caso da DGT, isso fica explícito.

"Queríamos capturar o caráter mágico de um ótimo PAF", diz Grissom, "que oferece clareza em todas as cordas, mantendo o calor dos agudos. Utilizamos os captadores da minha ES-335 1959 durante o projeto. Acho que escolhemos o caminho certo".

A combinação dos dois captadores gera um som prazeroso, e é nesta posição que se encontra um dos recursos mais legais da guitarra. As McCarty tipicamente vêm com um controle de volume máster, mas a DGT possui knobs separados de volume de cada captador. O resultado é uma guitarra de dois humbuckers com incrível capacidade de combinações. Com ambos os pickups ligados, percebe-se claramente as mais sutis diferenças quando manuseamos o botão de volume. Novamente, você pode encontrar isso em qualquer guitarra, mais a DGT faz melhor. A certa altura, tocando exclusivamente na posição intermediária do seletor de pickups, misturando os dois captadores de diversas maneiras. Os benefícios dessa configuração de controles são enormes.

"Ter controles de volume separados era importante para o desenvolvimento dessa guitarra" diz Grissom. "Assiti a um DVD do Led Zeppelin em um show dos primórdios, em Londres. Simplesmente manuseando os knobs de volume da guitarra, Jimmy Page conseguia produzir todos os timbres dos primeiros álbuns do Zeppelin. Percebi que tínhamos de seguir esse caminho. Estaríamos perdendo muito com apenas um controle de volume".

Nada diso deve ser visto como uma surpresa. Grissom é um músico de incrível bom gosto e um exemplo como profisional. A PRS têm como características o alto padrão e o compromisso com a excelência. Combine esses fatores e o resultado só pode ser esse: Prêmio Equipo de Ouro para a DGT.

Fonte: Revista Guitar Player - Por Matt Blackett.

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Hérois da Guitarra de A a Z  (Heróis da Guitarra de A a Z) escrito em terça 11 novembro 2008 02:35

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Angus Young

Estilo próprio, timbre único, pegada rock n' roll, presença em palco incansávsel.. (e por ai vai..)

São inúmeras qualidades deste ser de estatura baixa, amante das guitarras SG (assim como eu), de gravata fazendo chifrinhos que irei abordar neste artigo.

São poucos aqueles guitarristas que conseguem influenciar uma legião de pessoas ao longo de toda uma carreira tendo início em meados dos anos 70 e já destacando-se como líder da sua banda australiana AC/DC levando-a á quarta década de vida.

Angus sempre dedicado ao instrumento passava ao longo do dia tocando guitarra, confinado em seu quarto logo após chegar de sua escola, sempre, trajando o mesmo estilo de roupa das escolas australianas da época. Sua irmã lhe indicou que usasse sempre a roupa em apresentações de sua banda tendo como isto uma identidade única em palco. 

Artistas em geral sempre passam por altos e baixos. Angus juntamente com seu irmão na guitarra base encontrou o ingrediente certo, dosando peso em ritmo e fúria em solos da qual muito influenciado por músicos blues tendo como o maior admirador Chuck Berry.

Esta união dos irmãos Young levou a banda ao mar revolto do sucesso até os dias atuais, sem abrandar o peso, e sempre teve como marca registrada riffs gigantescos e acordes cheios, sujos e por que não poderosos.

Para Angus o simples é o bastante em termos de equipamento, evitando efeitos e plugando suas inseparaveis Gibson SG diretamente em seus amplificadores Marshall deste o início de sua carreira. 

Nenhum guitarrista faz pentatônicas como Angus. Grande entendedor do négocio, esteve sempre presente nas composições e solos cheios de bends e vibratos incrivelmentes exagerado de Angus, seguido de velozes pull-offs e hammer-ons.

Riffs antológicos que ficam impregnado em nossas mentes estão nos disco de sua banda muitos deles de grande sucesso, em duas fases, antes com "Highway to Hell" e logo após a morte do vocalista Bon Scott, a volta triufante com "Back in Black" levando o album ao segundo lugar dos mais vendidos perdendo o posto somente para "Trhiller" de Michael Jackson.

Se não conhece..

Me desculpe mais em que mundo você se encontrava?

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